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terça-feira, 2 de agosto de 2016

CONTEMPLADOS PELO AMOR DE DEUS

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16.

Este talvez seja o versículo mais lido, citado, recitado, declamado e decorado das Escrituras. É colocado em adesivos, camisetas, banners, sites, placas e folhetos de Igrejas, etc. É tão bonito, profundo, cativante e nos fala ao coração de um modo especial acerca da preciosidade do amor de Deus, revelando muito acerca do próprio Deus e Seu plano de salvação. Você conhece esse Deus? Crê nEle? Já experimentou o Seu amor? Crê nesse amor tão poderoso? Calma, não se apresse em dizer um sonoro e efusivo “SIM!”. Em trabalhos evangelísticos em presídios pode-se ver assassinos, traficantes e estupradores declarando que conhecem esse amor e que tem Jesus no coração. Com a Bíblia em uma das mãos e a faca na outra mão. Será que eles conhecem mesmo esse amor? Recentemente evangelizando uma senhora usuária de drogas, que declamava vários trechos da Bíblia, pude alertá-la dizendo que saber textos bíblicos não salva ninguém. Até o diabo conhece a Bíblia (Mt 4:1-11), no entanto, ele é o pai da mentira, deus do pecado, senhor dos indecisos e perversos. Mas conhecer a Deus é algo totalmente diferente do que “decoreba” ou costumes de homens.

Talvez você conheça ou pense que conhece o amor de Deus, somente por ter ouvido falar dEle, por costumes religiosos, e até por saber o que Cristo fez por você. Mas conhecer este amor é muito mais que meras informações e costumes. É provar dEle, viver nEle e para Ele. Vamos entender melhor o que é, como é o amor de Deus, e o que o diferencia de todos os nossos conceitos humanos.

1 – “Porque Deus amou ao mundo”. Primeiramente o amor de Deus é aqui revelado de um modo real, ativo e definitivo: “Deus amou”. Está no passado porque o verso trata da obra que Cristo fez lá na Cruz. Mas o nosso Deus é o Deus que ama, Ele é o Deus do amor. Deus sente amor, mas não somente sente, Deus É amor! E o amor de Deus é muito mais que sentimento. Não é um amor passageiro, uma paixão; não é um amor imperfeito e falho, como é o amor humano; não é um amor interesseiro, um falso amor, um “toma lá, dá cá”. Não, esse amor do qual a Bíblia fala é um amor diferente porque é santo, excelso, maravilhoso, perfeito, intenso, eterno, verdadeiro e sem interesses. Deus não é insensível à sua dor, Ele te ama! Não pense que os seus problemas depõem contra o amor de Deus, pelo contrário, se Ele não te amasse seus problemas seriam infinitamente, incomparavelmente, insuportavelmente maiores. Mas porque Deus te ama Ele contém todo esse mal, e ainda que você sofra, Ele te ama! A maior prova desse amor foi que Ele providenciou tudo para a sua salvação quando enviou Jesus, o Salvador. O amor de Deus é evidente, inegável e incomparável, Ele amou (ama) o mundo. Obs.: a palavra “mundo” na Bíblia tem três sentidos básicos: natureza, raça humana e povo de Deus. Deus ama Seus filhos de um modo diferente do modo como ama as coisas que Ele criou; Seus filhos são alvo de Seu eterno amor salvífico, o amor que salva, transforma e regenera.

domingo, 24 de julho de 2016

AMOR, VERDADE E SABEDORIA



“Então, a mulher cujo filho era o vivo falou ao rei (porque o amor materno se aguçou por seu filho) e disse: Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis” 1 Rs 3:26a.

A história relatada nesse texto é impressionante, pois mostra um quadro único na Bíblia, e que certamente foi de difícil solução. Duas mulheres afirmavam que o bebê era delas, e buscaram no Rei Salomão uma saída para o dilema. O Rei, nesse contexto, tinha as atribuições de juiz também, ou seja, o que ele resolvesse seria feito. Foi então que Salomão manda que lhe trouxessem uma espada e diz o inesperado: dividam o menino em duas partes e cada uma leva metade para casa. A reação da mãe legítima foi imediata e linda de se pensar: “Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis” (vs.26a), enquanto a outra mulher dizia: “Nem meu nem teu; seja dividido” (vs.26b). Obviamente o menino não foi morto e a primeira mulher foi identificada como a mãe da criança por causa do amor.

Quantas lições de vida esse texto nos mostra! Gostaria de refletir em algumas delas.

1 – Amor x ódio. Vemos claramente que a mãe verdadeira estava disposta a perder a guarda de seu filhinho, em prol da sua sobrevivência, enquanto que a falsa mãe não se importava nem um pouco com isso. O que fez com que uma mãe abrisse mão da convivência, criação, cuidado, etc., que toda mãe tanto ama praticar? O amor! O que gerou no coração de uma mulher o desejo de ver uma criança partida ao meio? De onde procede tamanha crueldade? O ódio dominava a sua mente, pensamentos, sentimentos, etc. A maldade tomara conta de sua alma, gerando inveja contra a mãe verdadeira, e uma angústia em saber que ela não teria seu filhinho nos braços, enquanto a outra teria. Além de matar seu próprio filho, ainda que acidentalmente, ela estava tão cega pelo ódio, que nem se preocupou em proporcionar um enterro decente a ele. Em busca de “ganhar” aquela causa, cheia de ódio estava disposta a matar um ser tão inocente e indefeso. Em total contraposição, por causa do amor, a mãe legítima estava disposta a perder a guarda do filho, para saber que ele viveria, cresceria, se tornaria um homem, e seria feliz.

terça-feira, 5 de julho de 2016

PERDER PARA GANHAR


“Então, a mulher cujo filho era o vivo falou ao rei (porque o amor materno se aguçou por seu filho) e disse: Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis” 1 Reis 3:26a.

A história relatada nesse texto é impressionante, pois mostra um quadro único na Bíblia, e que certamente foi de difícil solução. Duas mulheres afirmavam que o bebê era delas, e buscaram no Rei Salomão uma saída para o dilema. O Rei, nesse contexto, tinha as atribuições de juiz também, ou seja, o que ele resolvesse seria feito. Foi então que Salomão manda que lhe trouxessem uma espada e diz o inesperado: dividam o menino em duas partes e cada uma leva metade para casa. A reação da mãe legítima foi imediata e linda de se pensar: “Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis” (vs.26a), enquanto a outra mulher dizia: “Nem meu nem teu; seja dividido” (vs.26b). Obviamente o menino não foi morto e a primeira mulher foi identificada como a mãe da criança por causa do amor.

Quantas lições de vida esse texto nos mostra! Gostaria de refletir em algumas delas.

1 – Amor x ódio. Vemos claramente que a mãe verdadeira estava disposta a perder a guarda de seu filhinho, em prol da sua sobrevivência, enquanto que a falsa mãe não se importava nem um pouco com isso. O que fez com que uma mãe abrisse mão da convivência, criação, cuidado, etc., que toda mãe tanto ama praticar? O amor! O que gerou no coração de uma mulher o desejo de ver uma criança partida ao meio? De onde procede tamanha crueldade? O ódio dominava a sua mente, pensamentos, sentimentos, etc. A maldade tomara conta de sua alma, gerando inveja contra a mãe verdadeira, e uma angústia em saber que ela não teria seu filhinho nos braços, enquanto a outra teria. Além de matar seu próprio filho, ainda que acidentalmente, ela estava tão cega pelo ódio, que nem se preocupou em proporcionar um enterro decente a ele. Em busca de “ganhar” aquela causa, cheia de ódio estava disposta a matar um ser tão inocente e indefeso. Em total contraposição, por causa do amor, a mãe legítima estava disposta a perder a guarda do filho, para saber que ele viveria, cresceria, se tornaria um homem, e seria feliz.