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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

O QUE NÃO SABEMOS AGORA


“Respondeu-lhe Jesus: O que Eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois.” João 13:7.

Essa passagem da Bíblia é maravilhosa, pois aqui temos o exemplo máximo de liderança de Jesus: a humildade. Considerando que há tempo para tudo, aqui aprendemos que liderar não é ser servido, mas servir. Não é impor, mas conquistar. Não é separar, mas agregar. O exemplo de Jesus e Seu diálogo com Pedro (6-11) nos deixa admirados em ver como essa sequência é comum até hoje. Parafraseando...

“Senhor, que negócio é esse de lavar os pés? Os meus não!” Pedro estranha Jesus.
“Ah é? Pois se Eu não te lavar você não tem parte Comigo!” Jesus avisa Pedro do perigo!
“Então me lave também as mãos e a cabeça, Senhor” Pedro fica afoito.
“Quem já se banhou está limpo. Agora lava só os pés.” Jesus ensina Pedro que os que já são dEle necessitam fazer uma limpeza espiritual diária, constante, semelhantemente a quem já tomou banho e sujou os pés.
“Não todos.” Jesus alerta que mesmo entre os filhos de Deus havia um traidor.

Mas Pedro poderia continuar não entendendo direito o que se passava, e então Jesus lhe diz essas palavras que são para nós também: 

“Agora você não entende o que estou fazendo, porém mais tarde vai entender!”

Quantas coisas estamos passando e não entendemos? Quantas coisas o Senhor está fazendo conosco e nós ficamos sem compreender direito os Seus “por quês”? O recado de Jesus é que Ele sabe muito bem o que está fazendo, e que um dia nós também poderemos entender, se for da Sua santa e bendita vontade que saibamos os Seus “por quês”. No momento, ainda que fiquemos sem entender muitas coisas, contentemo-nos em saber que: 

Ele está nos limpando de nossos pecados, 
Somos dEle, 
Ele cuida de nós com amor.

Paulo Sergio Visotcky da Silva
IPB de Brasilândia,
Devocional reunião Conselho 05/08/16.
SDG!!!

domingo, 24 de julho de 2016

AMOR, VERDADE E SABEDORIA



“Então, a mulher cujo filho era o vivo falou ao rei (porque o amor materno se aguçou por seu filho) e disse: Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis” 1 Rs 3:26a.

A história relatada nesse texto é impressionante, pois mostra um quadro único na Bíblia, e que certamente foi de difícil solução. Duas mulheres afirmavam que o bebê era delas, e buscaram no Rei Salomão uma saída para o dilema. O Rei, nesse contexto, tinha as atribuições de juiz também, ou seja, o que ele resolvesse seria feito. Foi então que Salomão manda que lhe trouxessem uma espada e diz o inesperado: dividam o menino em duas partes e cada uma leva metade para casa. A reação da mãe legítima foi imediata e linda de se pensar: “Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis” (vs.26a), enquanto a outra mulher dizia: “Nem meu nem teu; seja dividido” (vs.26b). Obviamente o menino não foi morto e a primeira mulher foi identificada como a mãe da criança por causa do amor.

Quantas lições de vida esse texto nos mostra! Gostaria de refletir em algumas delas.

1 – Amor x ódio. Vemos claramente que a mãe verdadeira estava disposta a perder a guarda de seu filhinho, em prol da sua sobrevivência, enquanto que a falsa mãe não se importava nem um pouco com isso. O que fez com que uma mãe abrisse mão da convivência, criação, cuidado, etc., que toda mãe tanto ama praticar? O amor! O que gerou no coração de uma mulher o desejo de ver uma criança partida ao meio? De onde procede tamanha crueldade? O ódio dominava a sua mente, pensamentos, sentimentos, etc. A maldade tomara conta de sua alma, gerando inveja contra a mãe verdadeira, e uma angústia em saber que ela não teria seu filhinho nos braços, enquanto a outra teria. Além de matar seu próprio filho, ainda que acidentalmente, ela estava tão cega pelo ódio, que nem se preocupou em proporcionar um enterro decente a ele. Em busca de “ganhar” aquela causa, cheia de ódio estava disposta a matar um ser tão inocente e indefeso. Em total contraposição, por causa do amor, a mãe legítima estava disposta a perder a guarda do filho, para saber que ele viveria, cresceria, se tornaria um homem, e seria feliz.

terça-feira, 5 de julho de 2016

PERDER PARA GANHAR


“Então, a mulher cujo filho era o vivo falou ao rei (porque o amor materno se aguçou por seu filho) e disse: Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis” 1 Reis 3:26a.

A história relatada nesse texto é impressionante, pois mostra um quadro único na Bíblia, e que certamente foi de difícil solução. Duas mulheres afirmavam que o bebê era delas, e buscaram no Rei Salomão uma saída para o dilema. O Rei, nesse contexto, tinha as atribuições de juiz também, ou seja, o que ele resolvesse seria feito. Foi então que Salomão manda que lhe trouxessem uma espada e diz o inesperado: dividam o menino em duas partes e cada uma leva metade para casa. A reação da mãe legítima foi imediata e linda de se pensar: “Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis” (vs.26a), enquanto a outra mulher dizia: “Nem meu nem teu; seja dividido” (vs.26b). Obviamente o menino não foi morto e a primeira mulher foi identificada como a mãe da criança por causa do amor.

Quantas lições de vida esse texto nos mostra! Gostaria de refletir em algumas delas.

1 – Amor x ódio. Vemos claramente que a mãe verdadeira estava disposta a perder a guarda de seu filhinho, em prol da sua sobrevivência, enquanto que a falsa mãe não se importava nem um pouco com isso. O que fez com que uma mãe abrisse mão da convivência, criação, cuidado, etc., que toda mãe tanto ama praticar? O amor! O que gerou no coração de uma mulher o desejo de ver uma criança partida ao meio? De onde procede tamanha crueldade? O ódio dominava a sua mente, pensamentos, sentimentos, etc. A maldade tomara conta de sua alma, gerando inveja contra a mãe verdadeira, e uma angústia em saber que ela não teria seu filhinho nos braços, enquanto a outra teria. Além de matar seu próprio filho, ainda que acidentalmente, ela estava tão cega pelo ódio, que nem se preocupou em proporcionar um enterro decente a ele. Em busca de “ganhar” aquela causa, cheia de ódio estava disposta a matar um ser tão inocente e indefeso. Em total contraposição, por causa do amor, a mãe legítima estava disposta a perder a guarda do filho, para saber que ele viveria, cresceria, se tornaria um homem, e seria feliz.