quinta-feira, 30 de junho de 2016

VIDA CRISTÃ ABUNDANTE (6) O TESTEMUNHO CRISTÃO

“Amado, não imites o que é mau, senão o que é bom. Aquele que pratica o bem procede de Deus; aquele que pratica o mal jamais viu a Deus.”  3 João 11.

TEXTOS PRELIMINARES
Js 3:1-6; Sl 1:1-6; Mt 5:13-16; 18:6-9; 18:15-20; 1 Co 6:12-20; 2 Co 6:14-7:1

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES

1 – Sou um representante de Jesus e de Sua Igreja.
A partir do momento que assumi o compromisso com o Reino de Deus, tenho que zelar com mais cuidado de minhas atitudes, pois estarei sendo seu representante aqui na Terra.

O nome de Deus e o da Igreja podem ser desvalorizados a partir do momento em que afirmo que sou cristão e vivo como se não o fosse (Rm 2:24).

Assim, a evangelização é prejudicada, pois não adianta convidarmos nossos queridos para nos seguirem, se o que cremos não alterou a nossa vida.

2 – Alguns pecados são mais notórios e levam a juízo.
Foi o que disse o apóstolo Paulo em 1 Tm 5:24; isto é, há certos tipos de comportamentos que escandalizam mais que outros. Por exemplo: os ímpios não estão acostumados a ver um cristão “suicidando-se” com o cigarro. Ver uma pessoa fumando é mais fácil do que ver uma pessoa com o coração cheio de inveja e amargura. A inveja é um pecado horrível, mas não se manifesta com facilidade, como outros tipos de comportamento nocivos e contrários à Palavra de Deus. Mt 18:6-9 fala-nos da gravidade do escândalo.

3 – Cuidado com o diabo, ele é sutil.
Nosso arqui-inimigo aproveita, com facilidade, cada oportunidade para tentar escandalizar o nome de Jesus. Temos que ter cuidado, muita vigilância, para resistirmos ao inimigo. É possível resisti-lo, conforme nos diz Tiago 4:7.

domingo, 26 de junho de 2016

DESMASCARANDO O HUMANISMO!!!



“Porquanto, nEle [Cristo], habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade.” Colossenses 2:9.

A diferença do Cristianismo e todas as outras religiões do mundo, é a pessoa de Cristo e Sua natureza definitiva. A autoridade de Cristo é de suma importância para a nossa fé, e Quem O legitima é o próprio Deus, que O ressuscitou, confirmando Seu Ministério. Esse ponto é combatido por pensadores modernos, culturalmente escravizados e que não creem na autoridade de Jesus, mas fazem do Iluminismo (movimento intelectual do século XVIII) sua base de reflexão, onde a autoridade de Jesus é vista como “uma projeção relutante de um indivíduo autônomo do passado”. Porém, a visão contracultural evangélica crê e defende que a autoridade de Jesus Cristo é inerente à Sua pessoa, sendo esta uma cosmovisão que existe e resiste sob a autoridade e soberania do próprio Cristo. A mentalidade de dois humanistas do passado, forjaram o pensamento do mundo moderno: Nietzche (1844), um louco que decretou a “morte de Deus”, ensinava que tudo poderia ser dominado e controlado, e que rejeitar as tradições era elementar para se “alcançar a emancipação de toda forma de servidão intelectual ou social”. Na verdade, ele mesmo promoveu essa servidão. Feuerbach (1804) declarou a divinização da própria humanidade, que para ele deveria ser vista como “deus”, e que “as origens da experiência religiosa interpretada como ‘Deus’ se achavam na alienação sócio-econômica”. Contudo, foi a invenção desse “deus humanista” que fez surgir aberrações como nazismo e stalinismo, dois dos regimes mais opressores da história humana, onde milhões foram trucidados em programas de genocídio que até hoje estarrecem a humanidade. Portanto, a fé evangélica tem todo direito e dever de questionar o pensamento humanista, como cultura ilusória e opressora que é, e através da qual o poder humano e sua busca se tornam a influência que controla e governa a sociedade. Em contraposição ao humanismo, a fé na autoridade de Jesus não é um tipo de escravização, mas o compromisso libertador com Quem nos livra de sermos escravos da opressão de um mundo faminto por poder.

A obra de Cristo – Sua vida, morte e ressurreição – é a base na qual a vida cristã autêntica é inspirada e formada. O entendimento cristão acerca de Cristo baseia-se em:

1. Sua importância revelacional: “Jesus é a personificação e a auto-revelação de Deus”.

2. Sua importância soteriológica (“sotér” = salvação), a salvação só é possível através da morte e ressurreição de Jesus Cristo.

domingo, 19 de junho de 2016

ELE TE HUMILHOU!


“Ele te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conhecias, nem teus pais o conheciam, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do SENHOR viverá o homem.” Deuteronômio 8:3.

É muito estranho para os nossos padrões de pensamento entender que Deus nos humilha, e mesmo assim Ele É bom, amoroso, perfeito. Estranho porque esses padrões que influenciam nosso pensamento não provém da Palavra de Deus, mas de conceitos, filosofias e ideologias humanas e distantes da revelação de Deus ao homem, a Bíblia. Deus pode nos humilhar sim, e não tem nenhum problema nisso, pelo contrário, se for o método escolhido por Ele para nos ensinar, disciplinar, orientar e guiar, que assim seja. Será o melhor, porque o que provém dEle é sempre o melhor! O nosso Deus É Santo, Santo, Santo! Se Ele nos humilhar será com santidade que fará isso, e será para:

1 - Nos ensinar a cumprir Seus mandamentos (vs.1a). O cumprimento das Leis de Deus está ligado diretamente à nossa submissão e humildade. Se não formos humildes jamais obedeceremos. Um breve conhecimento do AT já nos mostra a dimensão do orgulho e dureza de coração do povo de Israel. Nós não somos muito diferentes deles, por isso Deus também nos humilha para quebrar nosso orgulho e nos ensinar a obediência na escola da fé e da submissão. 

2 - Que sejamos abençoados - “vivais, vos multipliqueis, entreis e possuais a terra” (vs.1b). Naquele contexto essa era a maior bênção que o povo de Deus deveria almejar. O cumprimento dos mandamentos, era o pré-requisito para que eles fossem um povo abençoado. Era necessário que eles vivessem vencendo os perigos; se multiplicassem, tornando-se um povo numeroso; entrassem e possuíssem a Terra Prometida. Assim também, Deus trabalha em nossa vida para que sejamos alcançados por bênçãos celestiais.

HEDONISMO CRISTÃO


6 Ora, como recebestes Cristo Jesus, o Senhor, assim andai nEle,
7 nEle radicados, e edificados, e confirmados na fé, tal como fostes instruídos, crescendo em ações de graças.
8 Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo; 
9 porquanto, nEle, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade. 
10 Também, nEle, estais aperfeiçoados.

Hedonismo é o “dedicação ao prazer como estilo de vida”. É um tipo de vida tipificada pela busca do prazer. A sociedade é extremamente hedonista, o ser humano é hedonista. Creio firmemente que nós, cristãos, precisamos buscar desenvolver um outro tipo de hedonismo, o hedonismo cristão, isto é, um estilo de vida focado na busca do prazer em Cristo. Isto sim está em falta em muitas Igrejas, lares e vidas de crentes. A dedicação pela obra de Deus e a vida piedosa está notoriamente em franco estado de declínio e extinção. Acontece que a nossa alma extremamente pecaminosa e nosso coração enganoso, não querem jamais cooperar com o tipo de vida que Cristo oferece. Daí a necessidade de forçarmos essa busca de modo consciente, focado, disciplinado e até intransigente. Do contrário estamos fadados ao fracasso.

John Piper fala sobre esse tema em seu livro “Em Busca de Deus” (Edições Vida Nova):

“[...] Hedonismo Cristão, a verdade que Deus é mais glorificado em nós quando somos mais satisfeitos nEle. Nós louvamos o que gozamos porque o deleite é incompleto até que seja expresso em louvor. Se não nos fosse permitido falar daquilo que valorizamos, celebrar aquilo que amamos e louvar aquilo que admiramos, nossa alegria não seria completa. Então, se Deus nos ama o suficiente para tornar nossa alegria completa, Ele deve não somente dar-nos Ele próprio; Ele deve também conquistar de nós o louvor de nossos corações – não porque Ele precisa sustentar alguma fraqueza nele mesmo ou nos compensar por alguma deficiência, mas porque Ele nos ama e busca a plenitude da nossa alegria, que pode ser encontrada apenas em conhecê-Lo e louvá-Lo, o mais excelente de todos os seres.” (Voltemos ao Evangelho).

Como conseguir atingir essa meta? É sobre isso que irei discorrer nessa mensagem.

domingo, 1 de maio de 2016

CRISTO VENCEU O HUMANISMO!!!


“Porquanto, nEle [Cristo], habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade.” Colossenses 2:9.

A diferença do Cristianismo e todas as outras religiões do mundo, é a pessoa de Cristo e Sua natureza definitiva. A autoridade de Cristo é de suma importância para a nossa fé, e Quem O legitima é o próprio Deus, que O ressuscitou, confirmando Seu Ministério. Esse ponto é combatido por pensadores modernos, culturalmente escravizados e que não creem na autoridade de Jesus, mas fazem do Iluminismo (movimento intelectual do século XVIII) sua base de reflexão, onde a autoridade de Jesus é vista como “uma projeção relutante de um indivíduo autônomo do passado”. Porém, a visão contracultural evangélica crê e defende que a autoridade de Jesus Cristo é inerente à Sua pessoa, sendo esta uma cosmovisão que existe e resiste sob a autoridade e soberania do próprio Cristo. A mentalidade de dois humanistas do passado, forjaram o pensamento do mundo moderno: Nietzche (1844), um louco que decretou a “morte de Deus”, ensinava que tudo poderia ser dominado e controlado, e que rejeitar as tradições era elementar para se “alcançar a emancipação de toda forma de servidão intelectual ou social”. Na verdade, ele mesmo promoveu essa servidão. Feuerbach (1804) declarou a divinização da própria humanidade, que para ele deveria ser vista como “deus”, e que “as origens da experiência religiosa interpretada como ‘Deus’ se achavam na alienação sócio-econômica”. Contudo, foi a invenção desse “deus humanista” que fez surgir aberrações como nazismo e stalinismo, dois dos regimes mais opressores da história humana, onde milhões foram trucidados em programas de genocídio que até hoje estarrecem a humanidade. Portanto, a fé evangélica tem todo direito e dever de questionar o pensamento humanista, como cultura ilusória e opressora que é, e através da qual o poder humano e sua busca se tornam a influência que controla e governa a sociedade. Em contraposição ao humanismo, a fé na autoridade de Jesus não é um tipo de escravização, mas o compromisso libertador com Quem nos livra de sermos escravos da opressão de um mundo faminto por poder.

A obra de Cristo – Sua vida, morte e ressurreição – é a base na qual a vida cristã autêntica é inspirada e formada. O entendimento cristão acerca de Cristo baseia-se em: (A) sua importância revelacional: “Jesus é a personificação e a auto-revelação de Deus”; (B) sua importância soteriológica (“sotér” = salvação), a salvação só é possível através da morte e ressurreição de Jesus Cristo. (C) Sua importância mimética (adaptação, encarnação de Jesus), Ele não somente revela em Sua pessoa a salvação, mas todas as qualidades que o homem deve ter. (D) Sua importância doxológica (que presta louvor a Deus; “doxa” = glória), na relação existente entre a teologia e o modo como os cristãos prestam culto a Deus, adorando-O e orando em todo lugar. (E) Sua importância querigmática (“kérigma” = proclamação), Seu nome e obra precisam ser proclamados ao mundo. O evangelicalismo é Cristocêntrico, e se desenvolve na reafirmação inflexível da identidade de Jesus Cristo, reconhecendo a Sua encarnação virginal, vida de santidade inquestionável, sacrifício na Cruz, ressurreição e retorno eminente (sua importância) e iminente (prestes a acontecer). A vitória de Cristo sobre o humanismo é inquestionável.

Com extrações adaptadas de “Paixão Pela Verdade”, de Alister MacGrath (Vida Nova).
Que Deus te abençoe e te guarde! Seu servo em Cristo, Pr. Paulo.
Pastoral junho 2016.

O ERRO DO HOMOSSEXUALISMO


“Semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.” Romanos 1:27.

O texto de Romanos 1:18-32 é básico na questão do homossexualismo, pois expõe de maneira clara, transparente e direta o que Deus pensa a respeito, e quais serão as consequências aos que se entregarem a tais paixões. Deus fez homem e mulher, o homem é para a mulher e a mulher para o homem, não há meio termo. Todos que se atreverem a contrariar as Leis de Deus trarão sobre si a confusão e a ira de Deus (Lv 18:22). Há muitos que até conhecem a Bíblia e sabem que Deus sentenciará à morte eterna os que praticam essas coisas, porém “não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem” (Rm 1:32). A Palavra de Deus alerta que caso não se arrependam, estes receberão “a merecida punição do seu erro” (Rm 1:27).

É possível deixar de ser homossexual? Sim! Se houver arrependimento e fé no coração, não há pecado que possa resistir ao Espírito Santo. Deus salva, liberta e transforma todos os que nEle creem. Deus odeia o pecado, mas ama ao pecador que se arrepende. Ser tentado não é pecado, pecado é entregar-se à tentação. E Deus a ninguém tenta, mas o diabo e a cobiça da carne é que produzem a tentação (Tg 1:13-14; 4:7).

Homossexualismo é novidade? Não. Esse é um dos pecados mais antigos que a Bíblia descreve de forma clara e incisiva, alertando acerca do perigo que ele traz. Deus destruiu totalmente com fogo as cidades de Sodoma e Gomorra, por causa do pecado do homossexualismo (Gn 19), e no Dia do Juízo Final condenará todos os impenitentes.

Alguém nasce homossexual? Jamais! Assim como ninguém nasce adúltero, drogado, ladrão ou mentiroso. Deus fez homem e mulher, não há meio termo. O homossexualismo e todas as outras anomalias, existem porque o pecado domina a raça humana. A tendência que alguém possa ter para essa ou qualquer outra iniquidade, deve ser combatida com base na Palavra de Deus que diz claramente:

“Se vós permanecerdes na Minha Palavra, sois verdadeiramente Meus discípulos; e conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará.” João 8:31b-32.

“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.” Romanos 12:21.

É desrespeitoso pregar e dizer o que Deus diz a respeito desse, e de outros assuntos? De maneira alguma! É o respeito e o amor que nos impulsionam a pregar a salvação a todos os perdidos, e dizer-lhes que Cristo pode liberta-los do pecado e dar-lhes nova vida, e a salvação eterna de suas almas. Os que crerem e forem batizados serão salvos, mas o que não crerem serão condenados (Mc 16:16).

Entregue-se a Jesus e você vencerá todo mal. Que Deus te abençoe e te guarde!

Seu servo em Cristo, Pr. Paulo.
Pastoral maio 2016.

domingo, 3 de abril de 2016

VENCENDO O STRESS


“Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.” Filipenses 4:4.

O stress é uma realidade em nossos dias, o nervosismo e a apatia tomou conta de quase todos. Essa onda de stress chega nos lares, afeta relacionamentos, causa transtornos nas famílias. Há pessoas que passam a maior parte do tempo com os nervos à flor da pele, e isso não é normal. Jesus disse: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” João 14:27. Então, onde está a paz?

Precisamos saber lidar e vencer esse mal, essa doença social chamada: “stress”. Um mal que tem diversas faces que precisam ser tratadas: emocional, psíquica, social, física e espiritual. Os itens abaixo podem ajudar a superar o stress.

Sair do sedentarismo. Procure fazer algum tipo de exercício físico diariamente, está provado que o sedentarismo causa e intensifica o stress. 

Boa alimentação. Informe-se a respeito de uma alimentação saudável. A má alimentação e o excesso não vão aliviar o seu stress, pode piorá-lo.

Lazer. Relacionamentos familiares fluem também em ambientes extra lar. E se o stress surgir no lazer, controle-se e relaxe. Diga não ao stress!

Mudança de pensamento. Se necessário faça uma releitura das coisas. Fez a sua parte? Então entregue tudo nas mãos de Deus em oração, e descanse.

Espiritualidade. Acima de tudo, e em tudo, cubra sua vida e relacionamentos com a Palavra de Deus e a oração. Não saia debaixo da proteção de Deus, fique sempre sob a Sua graça e Verdade. Ele nos protege e abençoe, capacita, cura, transforma e fortalece. Mas precisamos nos manter sob os Seus mandamentos que são como cercas de proteção para nós, e elos de ligação com Ele. Muito do stress que temos pode ser em consequência de erros praticados, e agora vieram as consequências. A Palavra de Deus nos conduz ao arrependimento e confissão (1 João 1:9-2:1), onde encontramos paz, perdão e forças para caminhar. O stress também pode estar crescendo por causa da pressão de alguém, talvez no trabalho ou faculdade, etc. A Palavra de Deus nos conduz a Mateus 5:5; 38-48 onde nos é revelado um grandioso segredo anti-stress: o perdão! Há milagre interior na vida de quem ama e perdoa, e o primeiro beneficiado somos nós mesmos, pois recebemos a paz real e imensurável gerada pelo Espírito Santo de Deus. 

Que Deus te abençoe e te guarde! Seu servo em Cristo, Pr. Paulo Sergio.
Pastoral abril 2016.