“Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se” Lucas 15:23-24.
A Parábola do Filho Pródigo está no bloco de parábolas que falam acerca dos que se perdem e são achados – Parábola da Ovelha Perdida (Lc 15:3-7), e Parábola da Dracma Perdida (Lc 15:8-10). Essa parábola nos fala acerca de um lar em crise, um filho rebelde e um pai amoroso; depois o filho arrependido volta para os braços do pai, e este o recebe calorosamente. Obviamente essa parábola retrata o eterno amor de nosso Pai Celeste em receber-nos de braços abertos, nós que outrora éramos perdidos pecadores. Também nos ensina que o Pai aguarda que Seus filhos voltem para casa, e que há possibilidade de restauração para todos que se arrependem. Em um contexto próximo de cada um de nós, a Casa do Pai pode ser interpretada como a Igreja, e os crentes desviados como filhos pródigos. Analisemos a parábola observando OS QUATRO MOMENTOS DO FILHO PRÓDIGO, e como Deus, o nosso Pai amado, na figura desse pai, age quando há real arrependimento e atitudes próprias.
1º momento – rebeldia
“Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe [...]” (vs.12)
Nesse primeiro momento o filho pródigo revela-se impulsivo, levado pelos desejos da carne, pela influência das más companhias, atraído pelo mundo e pelo pecado. É assim que ele agiu ao pedir a antecipação de sua parte na herança paterna, como se expressasse o desejo de que seu pai morresse e ele recebesse logo sua parte nos bens. Ele demonstra que para ele, melhor seria se o seu pai estivesse morto. Age sem pensar ou medir as consequências de seus atos. De longe, nem pensa nos sentimentos de seus queridos. Curiosamente o pai não tentou impedi-lo de ir, mas repartiu os bens liberando-o (Zc 4:6).
1º momento – rebeldia
“Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe [...]” (vs.12)
Nesse primeiro momento o filho pródigo revela-se impulsivo, levado pelos desejos da carne, pela influência das más companhias, atraído pelo mundo e pelo pecado. É assim que ele agiu ao pedir a antecipação de sua parte na herança paterna, como se expressasse o desejo de que seu pai morresse e ele recebesse logo sua parte nos bens. Ele demonstra que para ele, melhor seria se o seu pai estivesse morto. Age sem pensar ou medir as consequências de seus atos. De longe, nem pensa nos sentimentos de seus queridos. Curiosamente o pai não tentou impedi-lo de ir, mas repartiu os bens liberando-o (Zc 4:6).






